Segue a transcrição de um trecho do artigo publicado no site da AEPET - Associação dos Engenheiros da Petrobrás, em 28/04/2010:
"Níveis remuneratórios praticados na Petrobrás:
Senhor presidente, estamos vendo com muita preocupação o futuro do corpo técnico da Companhia, em face de uma política de Recursos Humanos desastrosa. Um exemplo é o nível remuneratório se situar muito abaixo da média do nível remuneratório das empresas de petróleo. O salário da Petrobrás chega a ser muito menor que a metade do salário das grandes estatais (IPEA, BACEN, CVM, SUSEP); se a Petrobrás não consegue competir salarialmente com estatais brasileiras, como irá competir com empresas estrangeiras?
O absurdo é tal que constatamos, recentemente, que o salário básico de nível superior da Empresa está abaixo do salário mínimo de engenheiro estabelecido por lei. Comprovamos este fato em recente reunião com o Sindicato dos Engenheiros.
Tendo em vista o acima exposto, voltamos a sugerir uma ampla reformulação da política salarial da Empresa, a fim de recompor as perdas da ordem de 90% segundo o DIEESE e, assim evitar que os nossos técnicos sejam atraídos pelos melhores salários em empresas concorrentes, inclusive multinacionais. Evita-se que a Petrobrás seja uma escola de técnicos para as multinacionais. Sugerimos também uma ampla reformulação da política de Recursos humanos e previdenciária. Ambas deletérias à retenção de técnicos."
O artigo na íntegra pode ser visto clicando no título da postagem.
"Níveis remuneratórios praticados na Petrobrás:
Senhor presidente, estamos vendo com muita preocupação o futuro do corpo técnico da Companhia, em face de uma política de Recursos Humanos desastrosa. Um exemplo é o nível remuneratório se situar muito abaixo da média do nível remuneratório das empresas de petróleo. O salário da Petrobrás chega a ser muito menor que a metade do salário das grandes estatais (IPEA, BACEN, CVM, SUSEP); se a Petrobrás não consegue competir salarialmente com estatais brasileiras, como irá competir com empresas estrangeiras?
O absurdo é tal que constatamos, recentemente, que o salário básico de nível superior da Empresa está abaixo do salário mínimo de engenheiro estabelecido por lei. Comprovamos este fato em recente reunião com o Sindicato dos Engenheiros.
Tendo em vista o acima exposto, voltamos a sugerir uma ampla reformulação da política salarial da Empresa, a fim de recompor as perdas da ordem de 90% segundo o DIEESE e, assim evitar que os nossos técnicos sejam atraídos pelos melhores salários em empresas concorrentes, inclusive multinacionais. Evita-se que a Petrobrás seja uma escola de técnicos para as multinacionais. Sugerimos também uma ampla reformulação da política de Recursos humanos e previdenciária. Ambas deletérias à retenção de técnicos."
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