quarta-feira, 12 de maio de 2010
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terça-feira, 11 de maio de 2010
Técnicos da Petrobrás também sofrem com a defasagem dos sálarios no setor público
Segue a transcrição de um trecho do artigo publicado no site da AEPET - Associação dos Engenheiros da Petrobrás, em 28/04/2010:
"Níveis remuneratórios praticados na Petrobrás:
Senhor presidente, estamos vendo com muita preocupação o futuro do corpo técnico da Companhia, em face de uma política de Recursos Humanos desastrosa. Um exemplo é o nível remuneratório se situar muito abaixo da média do nível remuneratório das empresas de petróleo. O salário da Petrobrás chega a ser muito menor que a metade do salário das grandes estatais (IPEA, BACEN, CVM, SUSEP); se a Petrobrás não consegue competir salarialmente com estatais brasileiras, como irá competir com empresas estrangeiras?
O absurdo é tal que constatamos, recentemente, que o salário básico de nível superior da Empresa está abaixo do salário mínimo de engenheiro estabelecido por lei. Comprovamos este fato em recente reunião com o Sindicato dos Engenheiros.
Tendo em vista o acima exposto, voltamos a sugerir uma ampla reformulação da política salarial da Empresa, a fim de recompor as perdas da ordem de 90% segundo o DIEESE e, assim evitar que os nossos técnicos sejam atraídos pelos melhores salários em empresas concorrentes, inclusive multinacionais. Evita-se que a Petrobrás seja uma escola de técnicos para as multinacionais. Sugerimos também uma ampla reformulação da política de Recursos humanos e previdenciária. Ambas deletérias à retenção de técnicos."
O artigo na íntegra pode ser visto clicando no título da postagem.
"Níveis remuneratórios praticados na Petrobrás:
Senhor presidente, estamos vendo com muita preocupação o futuro do corpo técnico da Companhia, em face de uma política de Recursos Humanos desastrosa. Um exemplo é o nível remuneratório se situar muito abaixo da média do nível remuneratório das empresas de petróleo. O salário da Petrobrás chega a ser muito menor que a metade do salário das grandes estatais (IPEA, BACEN, CVM, SUSEP); se a Petrobrás não consegue competir salarialmente com estatais brasileiras, como irá competir com empresas estrangeiras?
O absurdo é tal que constatamos, recentemente, que o salário básico de nível superior da Empresa está abaixo do salário mínimo de engenheiro estabelecido por lei. Comprovamos este fato em recente reunião com o Sindicato dos Engenheiros.
Tendo em vista o acima exposto, voltamos a sugerir uma ampla reformulação da política salarial da Empresa, a fim de recompor as perdas da ordem de 90% segundo o DIEESE e, assim evitar que os nossos técnicos sejam atraídos pelos melhores salários em empresas concorrentes, inclusive multinacionais. Evita-se que a Petrobrás seja uma escola de técnicos para as multinacionais. Sugerimos também uma ampla reformulação da política de Recursos humanos e previdenciária. Ambas deletérias à retenção de técnicos."
O artigo na íntegra pode ser visto clicando no título da postagem.
Mais artigos sobre o assunto...
Seguem alguns links das últimas notícias referentes ao tema:
- http://app.crea-rj.org.br/portalcreav3/CMS?idMateria=7574F148-B3C7-5F59-84DC-177DE2C1E49F&idSecao=04BE52E4-0711-9F82-D8DB-2E81D9B23D6B
- http://www.aeinfraero.com/2010/02/salario-minimo-profissional.html#comment-form
- http://www.sengepb.com.br/noticias/pre-congresso-em-alagoas-aprofunda-debate-sobre-salario-minimo-profissional
- http://pro.casa.abril.com.br/forum/topics/salario-minimo-profissional
- http://www.saergs.org.br/portal/modules/mastop_publish/?tac=SMP_-_Imoralidade%2C_indec%EAncia_ou_incapacidade
- http://app.crea-rj.org.br/portalcreav3/CMS?idMateria=7574F148-B3C7-5F59-84DC-177DE2C1E49F&idSecao=04BE52E4-0711-9F82-D8DB-2E81D9B23D6B
- http://www.aeinfraero.com/2010/02/salario-minimo-profissional.html#comment-form
- http://www.sengepb.com.br/noticias/pre-congresso-em-alagoas-aprofunda-debate-sobre-salario-minimo-profissional
- http://pro.casa.abril.com.br/forum/topics/salario-minimo-profissional
- http://www.saergs.org.br/portal/modules/mastop_publish/?tac=SMP_-_Imoralidade%2C_indec%EAncia_ou_incapacidade
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Hoje existem 7 profissionais para cada 2 que exercem efetivamente a profissão. Porque isto ocorre? Faça seu comentário.
CARTA ENVIADA AO CONFEA EM 9/2/2010.
Tenho constatado através da Imprensa, principalmente jornais, noticias sobre falta de Engenheiros para atender a demanda de obras. Verificamos através dos vestibulares a pouca procura pela carreira de Engenharia Civil, verifico no Estado do Rio de Janeiro onde resido, o fechamento de Escolas de Engenharia e a pouca quantidade de formandos na área de Engenharia Civil. Será porque que isto está ocorrendo? Na minha análise é devido ao baixo salário pago aos profissionais e uma omissão total dos órgãos de classe CREA,CONFEA,SINDICATOS E ETC., que não lutam pelos profissionais, nem sequer pelo cumprimento da Lei 4950-A que estipula o salário mínimo profissional.Não luta para que os órgãos públicos paguem aos Engenheiros e Arquitetos concursados do seu quadro um salário decente.Lamentavelmente minha visão sobre CREA, CONFEA é de um órgão arrecadador que pouco faz em benefício da categoria.
Hildegardo Milagres
RESPOSTA DO CONFEA EM 11/03/2010.
Prezado Profissional,,
Realmente existe a notícia que haverá escassez de engenheiros, porém o IPEA (vide arquivo anexo) tem uma visão mais abrangente sobre isto.
Para os pesquisadores daquele instituto o que falta realmente é uma política de atratividade para os formados nas áreas tecnológicas.
Hoje existem 7 profissionais para cada 2(dois) que exercem efetivamente a profissão e, atualmente, o salário médio gira em torno de 2 mil reais.
O Confea inseriu, em seu portifólio de projetos, o projeto de Valorização Profissional, que busca mostrar a importância dos profissionais para a sociedade. Acreditamos que se os nossos profissionais tiverem o seu valor reconhecido, como conseqüência teria a remuneração salarial digna.
Em paralelo, os sindicatos e as federações sindicais estão entabulando ações na defesa do Salário Mínimo Profissional que é a defesa da Lei 4950-A. Procurar o sindicato de sua categoria é o caminho para aqueles que não tenham este seu direito preservado. Nos sites dos senges de cada estado estão noticias de ações vitoriosas de cada senge.
Qualquer outra informação estamos a disposição.
Assessor para o projeto Valorização profissional do Confea.
Tenho constatado através da Imprensa, principalmente jornais, noticias sobre falta de Engenheiros para atender a demanda de obras. Verificamos através dos vestibulares a pouca procura pela carreira de Engenharia Civil, verifico no Estado do Rio de Janeiro onde resido, o fechamento de Escolas de Engenharia e a pouca quantidade de formandos na área de Engenharia Civil. Será porque que isto está ocorrendo? Na minha análise é devido ao baixo salário pago aos profissionais e uma omissão total dos órgãos de classe CREA,CONFEA,SINDICATOS E ETC., que não lutam pelos profissionais, nem sequer pelo cumprimento da Lei 4950-A que estipula o salário mínimo profissional.Não luta para que os órgãos públicos paguem aos Engenheiros e Arquitetos concursados do seu quadro um salário decente.Lamentavelmente minha visão sobre CREA, CONFEA é de um órgão arrecadador que pouco faz em benefício da categoria.
Hildegardo Milagres
RESPOSTA DO CONFEA EM 11/03/2010.
Prezado Profissional,,
Realmente existe a notícia que haverá escassez de engenheiros, porém o IPEA (vide arquivo anexo) tem uma visão mais abrangente sobre isto.
Para os pesquisadores daquele instituto o que falta realmente é uma política de atratividade para os formados nas áreas tecnológicas.
Hoje existem 7 profissionais para cada 2(dois) que exercem efetivamente a profissão e, atualmente, o salário médio gira em torno de 2 mil reais.
O Confea inseriu, em seu portifólio de projetos, o projeto de Valorização Profissional, que busca mostrar a importância dos profissionais para a sociedade. Acreditamos que se os nossos profissionais tiverem o seu valor reconhecido, como conseqüência teria a remuneração salarial digna.
Em paralelo, os sindicatos e as federações sindicais estão entabulando ações na defesa do Salário Mínimo Profissional que é a defesa da Lei 4950-A. Procurar o sindicato de sua categoria é o caminho para aqueles que não tenham este seu direito preservado. Nos sites dos senges de cada estado estão noticias de ações vitoriosas de cada senge.
Qualquer outra informação estamos a disposição.
Assessor para o projeto Valorização profissional do Confea.
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