domingo, 18 de abril de 2010

Entrevista no 7º Congresso Estadual de Profissionais

Nosso colega Engenheiro Hildegardo Milagres, participando do Encontro de Profissionais da Micro Região de Macaé e arredores.
Defendeu com argumentação sólida a extensão da Lei do mínimo profissional para funcionários estatutários. Foi portanto eleito Delegado oficial da nossa Micro Região para defesa do pleito no Encontro que se realizará em breve na Capital do Estado do Rio de Janeiro.
Nosso colega Engº Clayson também se elegeu Delegado para defender os interesses da classe.
É o início de uma bela luta. Vale a pena apoiar. Vamos juntos. A vitória está mais próxima.
Veja a íntegra das entrevistas realizadas naquele encontro clicando no título acima.

3 comentários:

  1. É com muita alegria que faço parte dessa luta nossa junto ao nosso colega Hidegardo pelo salário minimo dos profissionais de engenharia e arquitetura no serviço público. É justo que nós que zelamos pela moralidade , probidade e pelo bom emprego do dinheiro público , inibindo gastos desnecessários e superfaturamentos ilicitos tenhamos uma remuneração compatível com o grau de especialização e de responsabilidade que nos é atribuída

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  2. Sou funcionário da prefeitura de Rio das Ostras, lotado na Secretaria de Obras.
    Quando entrei para a prefeitura em 2004, por meio de concurso o salário era compatível com o piso salarial da categoria de engenheiro civil (9 salários mínimos).
    De lá para cá, passados 06 anos, nosso salário está na casa dos 4 salários mínimos. Desta forma, comemos, cuidamos da saúde, moramos de aluguel, e só!
    Creio que seja esta também a realidade dos funcionários públicos da maioria das prefeituras do país.
    Voltando ao caso de Rio das Ostras, somos vizinhos da rica Macaé, pólo petroquímico do estado do Rio de Janeiro.
    Em Macaé existem várias empresas, nacionais e multinacionais movimentando grande quantidade de empregos para a região.
    Para se ter uma idéia do nível salarial dos profissionais da área offshore, um soldador, não desmerecendo o profissional, ganha inicialmente cerca de R$ 3.000,00 de salário, passando até a R$ 5.000,00 com certa experiência.
    Um engenheiro recém-formado, o chamado “trainee”, recebe inicialmente R$ 5.000,00. Quando se torna pleno, o salário atinge facilmente os R$ 10.000,00. Enquanto isto, engenheiros com mais de 20 anos de experiência ganham menos que R$ 2.500,00.
    Com a crescente violência na cidade de Macaé e o alto custo de vida, além do inchaço populacional e o trânsito caótico da cidade, os funcionários supracitados vêm morar em Rio das Ostras, cidade ainda em desenvolvimento, com custo de vida mais razoável que Macaé.
    Com a chegada destes funcionários para cá, cresceram os olhos da especulação imobiliária e o custo de vida subiu bastante em nossa cidade.
    Como resultado disso tudo, o funcionário público de Rio das Ostras não tem como competir com aqueles que trabalham na iniciativa privada de Macaé. Enquanto mansões são construídas, o engenheiro de Rio das Ostras não consegue sequer comprar um terreno, tendo que depender dos caros aluguéis. Logo nós, que somos os principais defensores da boa aplicação do dinheiro público e do melhor planejamento possível de desenvolvimento do município em prol do povo riostrense.
    É digna e justa a luta do nosso colega Hildegardo, que tem que culminar com um bom plano de cargos e salários para todo o funcionalismo púb

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  3. A familia tá crecendo!

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